• Zac Efron quer virar adulto

    Zac Efron está mudado. Em todos os sentidos. Aquele menino magricela que encantou milhões de pré-adolescentes no fenômeno “High School Musical” (2008) agora faz a barba e tem muitos músculos. E quer ser visto como um ator adulto e não mais como um ídolo teen. “Meu objetivo agora é deixar o passado para trás, aprender sobre o meu trabalho e provar para mim mesmo que não estou aqui por acaso e sim por uma razão”, declarou Efron durante entrevista coletiva para divulgar “Um Homem de Sorte”.

    Dirigido por Scott Hicks (“Sem Reservas”), o filme é mais uma adaptação de um livro de Nicholas Sparks (autor de outras obras literárias que foram para o cinema, como “Querido John”, “A Última Música”, etc), sobre um fuzileiro naval que sofre de estresse pós-traumático após retornar do Iraque. O personagem de Efron acredita que sobreviveu no campo de batalha devido ao seu amuleto da sorte: uma foto de uma garota que ele encontrou no chão. Ao retornar aos Estados Unidos, ele decide encontrar a moça (Taylor Schilling) para agradecer e se apaixona.


    Como se vê, é uma história bem diferente das que suas fãs estão acostumadas. Na verdade, até o galã estava fora de sua zona de conforto. “O mais próximo que estive de uma guerra foi no meu Xbox, além das notícias, então me senti bastante deslocado”, confessou Efron, hoje com 24 anos. “Mas o fato de ter me assustado significou que era um grande desafio e eu realmente quis fazer isso.”

    Efron já deu indícios de que estava abandonando as adolescentes e flertando com produções (e mulheres) mais adultas em “Noite de Ano Novo” (2011), onde fez par romântico com Michelle Pfeiffer (“Batman – O Retorno”), que tem mais que o dobro de sua idade. Em “Um Homem de Sorte” ele deixa os corredores escolares para interpretar um soldado com dramas psicológicos e que precisa encarar o ex-marido valentão de sua nova paixão.

    “Acho que Zac estava procurando uma chance de fazer a transição. Ele mostrou todas as características de alguém que tem um futuro longo e eu fiquei muito impressionado com isso”, elogiou Hicks, diretor do longa. “Eu disse a ele que havia um monte de trabalho que precisaria ser feito e ele me respondeu: ‘Me diga o que fazer que eu farei’”.

    O diretor não exagerou quando disse que a tarefa era árdua: para interpretar um fuzileiro naval, Efron precisou tornar-se um, treinando exercícios físicos e técnicas militares com um grupo veterano de combate. Na primeira reunião com os marines, o galã franzino sentiu-se menor do que já era. “Eu entrei na sala cheia de fuzileiros e as diferenças físicas eram gigantes. Muitos daqueles caras eram da minha altura, mas eles pareciam super-heróis”, lembrou-se aos risos o ator. “Eu só pensava: ‘Como vou fazer isso?’”.


    Como? Com frango. Muito frango. E muito exercício. Efron comia frango a cada duas horas e exercitava-se exaustivamente, a ponto de “chiar quando estava respirando”. E então comia mais frango. “Num certo momento, eu estava tão enjoado de comer galinha que já nem sentia mais o gosto. Então eu misturava com vegetais no liquidificador e bebia”, confessou, quase se arrepiando só de lembrar. O resultado foram sete quilos a mais de puro músculo. E o magricela agora podia encarar de peito estufado o uniforme militar.

    Mas Efron diz que aceitou o papel mais pelas vantagens subjetivas do que pelo visual marombado. Com “Um Homem de Sorte”, ele conseguiria acertar vários coelhos com um tiro só: primeiro, o filme atendia a seu desejo de interpretar personagens adultos. Além disso, as adaptações dos livros de Nicholas Sparks já possuem um público próprio e ele ainda teria a chance de trabalhar com Scott Hicks, que já foi indicado ao Oscar (por “Shine – Brilhante”, em 1996). “Ele tinha coisas inteligentes para dizer e percebi que em qualquer ponto da minha carreira eu seria um sortudo se pudesse trabalhar com um diretor como esse.”


    O atual Zac Efron pode estar bem diferente do bonitinho Troy Bolton da época de “High School Musical”, mas seu personagem deve agradar as mesmas fãs (que agora também já estão grandinhas), afinal ele diz coisas como “Você deveria ser beijada todos os dias” no novo filme.

    Elas vão até poder conferir cenas mais quentes entre ele e a atriz Taylor Schilling (da série “Mercy”). Uma situação que o deixou embaraçado quando levou sua mãe ao cinema, na pré-estreia. “Ela estava algumas cadeiras na minha frente, mas ainda assim foi constrangedor”, confessou, aos risos.


    Depois da sessão, a Sra. Effon elogiou, ainda que o tenha deixado envergonhado de uma forma que só as mães sabem fazer. “Ela disse: ‘Esse é o meu garoto’, e riu um bocado. Acho que ela ficou orgulhosa de mim, apesar de ter sido algo estranho para ela assistir.”

    É melhor, então, a mãe de Zac Efron ficar longe dos cinemas quando estrear seu próximo filme, “The Paperboy”. O ator já saiu espalhando por aí que tem uma cena de sexo com Nicole Kidman (“As Horas”), o que seria, em suas palavras, “o auge de sua carreira”. O longa é dirigido por Lee Daniels (“Preciosa – Uma História de Esperança”), e também traz John Cusack (“2012”) e Matthew McConaughey (“O Poder e a Lei”).
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